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EFEITO DO USO DE APLICATIVO MÓVEL NO CONHECIMENTO SOBRE HIV/AIDS ENTRE UNIVERSITÁRIOS DA ÁREA DA SAÚDE

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dc.contributor.author SOARES, Yndiara Kássia Da Cunha
dc.date.accessioned 2022-09-08T13:16:19Z
dc.date.available 2022-09-08T13:16:19Z
dc.date.issued 2022-09-08
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/123456789/2769
dc.description Orientadora: Dra. Telma Maria Evangelista de Araújo Examinadora externa: Profa. Dra. Adélia Dalva da Silva Oliveira (UNINOVAFAPI) Examinadora interna: Profa. Dra. Elaine Maria Leite Rangel Andrade Examinador interno: Prof. Dr. José Wicto Pereira Borges pt_BR
dc.description.abstract RESUMO: Introdução: Os universitários, predominantemente jovens, estão inclusos na população prioritária para prevenção do Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV) devido altas taxas de infecção e vulnerabilidade. Contudo, observa-se conhecimento deficiente sobre o HIV/Aids entre os universitários, o que pode implicar no aumento da vulnerabilidade. Frente a isso, com o intuito de apoiar a prevenção do HIV/Aids tem sido empregado tecnologias de saúde móvel (mHealth), sobretudo através de Smartphones, que são utilizados predominantemente pelos jovens, demonstrando ser ferramenta de grande potencial para implementar ações de prevenção entre esse público. Objetivo: Avaliar os efeitos do uso de aplicativo móvel no conhecimento sobre HIV/Aids entre universitários da área da saúde. Método: Trata-se de estudo de intervenção, randomizado, do tipo antes e depois, realizado com 196 universitários da área da saúde da Universidade Federal do Piaui. Os cursos de graduação incluídos foram: Enfermagem, Farmácia, Odontologia e Medicina. A coleta de dados ocorreu nos meses de agosto a dezembro de 2018. Utilizaram-se questionários para identificação das características sociodemográficas e comportamentais dos participantes e para avaliação global do conhecimento sobre o HIV, o qual foi categorizado em três níveis ordenados de conhecimento: alto, médio e baixo. Após essa etapa procedeu-se a implementação do aplicativo móvel denominado educ@aids. A seguir, os universitários responderam o questionário pós-intervenção para identificar o efeito da intervenção em relação ao conhecimento sobre o HIV. Os dados foram digitados e analisados com o uso do software SPSS versão 20.0. Os percentis 75 e 25 foram considerados como pontos de corte para o agrupamento da variável nas três categorias de conhecimento: Alto (>75), Médio (75-25) e Baixo (<25). Foram realizadas análises univariadas, por meio de estatísticas descritivas simples e para comparação do conhecimento antes a após intervenção foi utilizado o Teste de McNemar, ao nível de 0,05 de significância, o qual foi recategorizado em médio e alto conhecimento. Resultados: Predominaram universitários do sexo feminino (53,6%), idade média de 21,4 anos, solteiros (92,9%), pardos (62,2%), renda familiar de 3-4 salários mínimos, idade média de início sexual aos 17 anos, acesso à internet por mais de 5 horas por dia (55,6%), uso de preservativo (78,7%). Houve melhora no conhecimento dos universitários após uso do educ@aids nas seguintes variáveis: uma pessoa pode pegar HIV se usar banheiros públicos (p<0,001), uma pessoa pode pegar HIV se compartilhar talheres, copos ou refeições (p=0,001), uma pessoa pode pegar o HIV se for picado por inseto (p=0,02); a via anal é a principal via de exposição sexual para a transmissão do vírus (p<0,001); pessoa infectada pelo HIV, em tratamento tem menor risco de transmitir o vírus (p<0,001); existem medicamentos para pessoas HIV negativas tomarem antes de fazerem sexo para prevenir a infecção pelo HIV (p<0,001); o preservativo não é a única forma de prevenção do HIV por transmissão sexual (p<0,001); pessoa com IST tem mais chances de contrair o HIV (p<0,001). Verificou-se aumento na proporção do nível de alto conhecimento pós-intervenção com 72,4% contra 36,2% no pré-teste (p<0,001). Conclusão: O uso do educ@aids aumentou o conhecimento sobre HIV/Aids entre os universitários da saúde, ratificando o potencial das tecnologias móveis no contexto da saúde. Entende-se que o acompanhamento do conhecimento dos alunos sobre o HIV/Aids, com o uso de novas tecnologias educativas poderá ter o potencial de minimizar as suas vulnerabilidades em relação à infecção. ABSTRACT: Introduction: University students, predominantly young, are included in the priority population for the prevention of Human Immunodeficiency Virus (HIV) due to high rates of infection and vulnerability. However, there is poor knowledge about HIV/Aids among college students, which may lead to increased vulnerability. In view of this, in order to support the prevention of HIV/Aids, mobile health technologies (mHealth) have been employed, especially through Smartphones, which are predominantly used by young people, proving to be a great potential tool to implement prevention actions among young people. this audience. Objective: To evaluate the effects of mobile application use on knowledge about HIV/Aids among health university students. Method: This is a randomized intervention study, before and after, conducted with 196 health university students from the Federal University of Piaui. The undergraduate courses included were: Nursing, Pharmacy, Dentistry and Medicine. Data collection took place from August to December 2018. Questionnaires were used to identify participants' sociodemographic and behavioral characteristics and to globally assess their knowledge of HIV, which was categorized into three ordered levels of knowledge: high, low and low. medium and low. After this stage, the mobile application called educ@aids was implemented. Next, the students answered the post-intervention questionnaire to identify the effect of the intervention in relation to their knowledge about HIV. Data were entered and analyzed using SPSS version 20.0 software. The 75th and 25th percentiles were considered as cutoff points for grouping the variable into the three knowledge categories: High (>75), Medium (75-25), and Low (<25). Univariate analyzes were performed using simple descriptive statistics and for comparing knowledge before and after intervention the McNemar test was used at the 0.05 level of significance, which was recategorized into medium and high knowledge. Results: Female college students (53,6%), average age of 21,4 years, single (92,9%), brown (62,2%), family income of 3-4 minimum wages, average age of sexual onset at 17, internet access for more than 5 hours a day (55,6%), condom use (78,7%). Students' knowledge improved after using educ @ aids in the following variables: a person can get HIV if they use public restrooms (p<0,001), a person can get HIV if they share cutlery, glasses or meals (p=0,001), person can get HIV if bitten by insect (p=0,02); the anal route is the main route of sexual exposure for virus transmission (p<0,001); HIV-infected person undergoing treatment has a lower risk of transmitting the virus (p<0,001); Are there medications for HIVnegative people to take before having sex to prevent HIV infection (p<0,001); condoms are not the only way to prevent HIV through sexual transmission (p<0,001); A person with STI is more likely to contract HIV (p<0,001). There was an increase in the proportion of high level post-intervention knowledge with 72.4% versus 36.2% in the pretest (p<0,001). Conclusion: The use of educ@aids has increased knowledge about HIV/Aids among health students, confirming the potential of mobile technologies in the health context. It is understood that monitoring students' knowledge about HIV/Aids with the use of new educational technologies may have the potential to minimize their vulnerability to infection. RESUMÉN: Introducción: los estudiantes universitarios, predominantemente jóvenes, están incluidos en la población prioritaria para la prevención del Virus de Inmunodeficiencia Humana (VIH) debido a las altas tasas de infección y vulnerabilidad. Sin embargo, hay poco conocimiento sobre el VIH/Sida entre los estudiantes universitarios, lo que puede conducir a una mayor vulnerabilidad. En vista de esto, para apoyar la prevención del VIH/Sida, se han empleado tecnologías móviles de salud (mHealth), especialmente a través de teléfonos inteligentes, que son utilizados principalmente por los jóvenes, demostrando ser una gran herramienta potencial para implementar acciones de prevención entre los jóvenes. esta audiencia Objetivo: evaluar los efectos del uso de aplicaciones móviles en el conocimiento sobre el VIH/Sida entre estudiantes universitarios de salud. Método: Este es un estudio de intervención aleatorio, antes y después, realizado con 196 estudiantes universitarios de salud de la Universidad Federal de Piauí. Los cursos de pregrado incluidos fueron: Enfermería, Farmacia, Odontología y Medicina. La recolección de datos se realizó de agosto a diciembre de 2018. Se utilizaron cuestionarios para identificar las características sociodemográficas y de comportamiento de los participantes y para evaluar globalmente su conocimiento del VIH, que se clasificó en tres niveles ordenados de conocimiento: alto, bajo y bajo. medio y bajo Después de esta etapa, se implementó la aplicación móvil llamada educ@aids. Luego, los estudiantes respondieron el cuestionario posterior a la intervención para identificar el efecto de la intervención en relación con su conocimiento sobre el VIH. Los datos se ingresaron y analizaron utilizando el software SPSS versión 20.0. Los percentiles 75 y 25 se consideraron como puntos de corte para agrupar la variable en las tres categorías de conocimiento: Alto (> 75), Medio (75-25) y Bajo (<25). Se realizaron análisis univariados utilizando estadísticas descriptivas simples y para comparar el conocimiento antes y después de la intervención, se usó la prueba de McNemar con un nivel de significancia de 0.05, que se recategorizó en conocimiento medio y alto. Resultados: estudiantes universitarias (53.6%), edad promedio de 21.4 años, soltero (92.9%), marrón (62.2%), ingreso familiar de 3-4 salarios mínimos, edad promedio de inicio sexual a los 17 años, acceso a Internet durante más de 5 horas al día (55,6%), uso de condones (78,7%). El conocimiento de los estudiantes mejoró después de usar educ @ sida en las siguientes variables: una persona puede contraer el VIH si usa baños públicos (p<0,001), una persona puede contraer el VIH si comparte cubiertos, vasos o comidas (p=0,001), una persona puede contraer el VIH si es picada por un insecto (p=0,02); la ruta anal es la ruta principal de exposición sexual para la transmisión del virus (p<0,001); La persona infectada por el VIH que se somete a tratamiento tiene un menor riesgo de transmitir el virus (p<0,001); Hay medicamentos que las personas VIH negativas deben tomar antes de tener relaciones sexuales para prevenir la infección por VIH (p<0,001); los condones no son la única forma de prevenir el VIH a través de la transmisión sexual (p<0,001); Una persona con ITS tiene más probabilidades de contraer el VIH (p<0,001). Hubo un aumento en la proporción del alto nivel de conocimiento posterior a la intervención con 72.4% versus 36.2% en la prueba previa (p<0,001). Conclusión: El uso de educ@aids ha aumentado el conocimiento sobre el VIH/Sida entre los estudiantes universitarios de salud, ratificando el potencial de las tecnologías móviles en el contexto de la salud. Se entiende que monitorear el conocimiento de los estudiantes sobre el VIH/Sida con el uso de nuevas tecnologías educativas puede tener el potencial de minimizar su vulnerabilidad a la infección. pt_BR
dc.subject HIV pt_BR
dc.subject Conhecimento pt_BR
dc.subject Aplicativos móveis pt_BR
dc.subject Estudantes pt_BR
dc.subject Knowledge pt_BR
dc.subject Mobile applications pt_BR
dc.subject Students pt_BR
dc.subject Conocimiento pt_BR
dc.subject Aplicaciones móviles pt_BR
dc.subject Estudiantes pt_BR
dc.title EFEITO DO USO DE APLICATIVO MÓVEL NO CONHECIMENTO SOBRE HIV/AIDS ENTRE UNIVERSITÁRIOS DA ÁREA DA SAÚDE pt_BR
dc.type Preprint pt_BR


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